E aqueles 15 minutos de fama?

16 09 2009

Estava ontem fazendo cliques aleatórios pela internet, quando me deparei com um blog que elegia as 10 blogueiras mais gatas da blogosfera. Daí, fui ver o ranking da pessoa: duas delas eu já conhecia, as outras 8 foram uma surpresa pra mim. Até perguntei no twitter, como faz para uma blogueira se tornar famosa. (resposta só do Pitoca de Arroz).

Assim, se a gente seguir a mesma lógica da televisão é só aparecer com pouca roupa, daí na internet é aquela série de fotos orkut, melhoradas no photoshop. Ou então, a gata nem aparece, apenas escreve, escreve e escreve e alguém gosta do blog e sai divulgando, depois ela resolve colocar uma foto toda simples, uma revista a chama para fazer uma reportagem, e dá a síndrome Mariah Carey – só pesquisar o antes e o depois da cantora que vocês vão entender.

E antes que alguém diga que é dor de cotovelo, calma lá! Há dois pontos aqui: – Como eles definem os mais mais de qualquer coisa na blogosfera? Google?; – Toda jornalista/ publicitária/ comunicadora que escreve bem e é bonita é rastreada nesse ranking? O que eu quero achar aqui é um parâmetro, milhares de blogs são criados todos os dias, milhares de pessoas se formam em comunicação a cada 6 meses, quem define, afinal, qual blog ou blogueiro vai fazer sucesso?

Do top 10, umas 7 eram do meio da comunicação, do top 10 eu como mulher achei 3 realmente bonitas, do top 10 só me interessei por 2 blogs. Eu faço parte do núcleo que define os superpoderosos da blogosfera? Quem são eles?

Será que são os blogueiros profissionais que fazem uma máfia entre si e indicam o pessoal do meio? Bem, realmente não sei. Queria saber quem inventou essa coisa dos 15 minutos de fama, dos tops, dos rankings, hahaha.

Mas, eu quero pro blog e para os meus textos o sucesso, e não exatamente a fama, porque nem sempre os dois andam juntos, um assassino é famoso, por exemplo.

E deixo o recado que se o basculante não for reconhecido em um ano, eu terei a síndrome Mariah Carey hahaha (brincadeira :-p).

See you guys.

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Uma guitarra elétrica, uma bola, um microfone, uma boneca…

31 08 2009

“Hey mãe eu tenho uma guitarra elétrica, durante muito tempo isso foi tudo o que eu queria ter, mas hey mãe alguma  coisa ficou pra trás, antigamente eu sabia exatamente, o que fazer”. (Terra de Gigantes – Engenheiros do Havaí).

Minha forma de ver a vida tinha começado a mudar em 2006, quando eu comecei a ler sobre pessoas de sucesso, mas daí eu cai na rotina e a pouca coisa que tinha absorvido saiu da prática e voltou a algum baú do meu inconsciente ( e digo inconsciente porque nas horas difíceis alguma coisa se manifestava). Mas, até 2006 eu sabia o que queria, e eram coisas mais simples, eu queria fazer uma faculdade, arranjar um emprego fod* e enriquecer.

Daí, a gente cresce e além de crescer (alguns muito pro lado) amadurece. Não curto muito saber que mulheres tem seu cérebro maduro uns 2 anos mais cedo do que os homens, mas como somos emocionais demais, isso cria uma desvantagem e então nossas cabeças continuam com o mesmo grau de discernimento. Fato é que ultimamente eu dei uma guinada nos pensamentos, resolvi criar mais confiança – o que é uma tarefa acumulativa, feita dia a dia – e focar nas coisas que eu quero de verdade.

Fato mais uma vez que a cada dia a gente constrói ideias novas, descobre caminhos novos e eu me pego numa encruzilhada:

– Putz, mas o que eu quero mesmo?, hoje é um dia desses, comecei a aplicar o que a gente chama de Teoria do Sucesso na minha vida (o que para alguns é só mais uma auto-ajuda, mas espere até que eles me vejam rica, também vão querer essa auto-ajuda, heheh), logo, sei que um dia eu vou ter uma liberdade financeira, poder escolher o que eu quero ter, ou não, sem restrição de preço. Sei que as coisas tem que ser a longo prazo, porque pensando assim, a gente se foca nisso o tempo todo, pensa em mais formas de se chegar nisso e quando for ver,* plim *, você é o mais novo milionário do pedaço.

Só que eu não sei o que eu quero fazer profissionalmente, exatamente! =D
Talvez seja só hoje, talvez eu não descubra nunca, talvez em breve eu lance um livro sobre blogs… opções. O bom é que eu ainda sou nova e está na hora de arriscar, quando a gente estava na escola podíamos ter passado por diferentes experiências, um dia com os bombeiros, com administradores, com jornalistas, com advogados, com publicitários… assim, teríamos uma ideia melhor do que fazer.

Por enquanto, me encontro num estágio que me permitiu aprender marketing, trabalhar numa empresa sólida e ganhar dinheiro lidando com o meio digital, não que eu queira conquistar o mundo, mas certamente quero que meu nome seja lembrado por ter colaborado com o mundo, ter ganhado dinheiro, e fazer com que minha vida seja retratada numa biografia que esteja na estante da Teoria do Sucesso. E viu, nunca duvide disso, eu trabalho a minha confiança agora, e você?

Tá certo que não é da noite pro dia que isso acontece, mas alguma hora você vai ter que começar a :

– Ver oportunidades nas mudanças;
– Correr longe do medo, que é sinônimo de fracasso;
– Parar de reclamar, e começar a falar de ideias, cada ideia é um passo para frente e cada reclamação é um passo para o nada;
– Pensar que nada é impossível, se você pode querer algo, se isso existe em sua mente, então isso pode ser real, mesmo que demore algum tempo;
– Não ligar para que os outros falam, acredite apenas em quem te apóia, sempre vai haver pessoas contra você, e elas merecem ser ignoradas;
– Que se fracassar não é para colocar a  culpa em algo, aprenda com seus erros e comece de novo;
– Saber que o risco anda paralelo ao sucesso, você deve estar ciente disso, arriscar faz parte da vida.

Isso parece clichê? Pois bem, se é clichê é porque funciona. Texto subjetivo? Nada, texto estimulante. Tudo bem que eu continuo sem saber o que realmente fazer, mas sei que a oportunidade certa vai surgir, e eu vou saber identificar, assim como escolher aquela coisa que a gente quer quando é criança – quando seu mundo só depende daquele brinquedo, daí a gente cresce e é a mesma coisa, só que um pouco mais séria. =)

Como é bom fazer parte de algo que diverte as pessoas.

Como é bom fazer parte de algo que diverte as pessoas.

(Sobre a foto: Depois de umas 8 tentativas a equipe do Blogblogs/ Brasigo se reuniu para tirar uma foto com a camiseta promocional, justo no dia em que meu cabelo não estava bonito, rs.)