Roupas e mulheres

30 04 2011
Fascinator

Kate Midleton e o Fascinator

Oi gente, abanando a poeira do blog e aproveitando o burburinho do casamento real (que eu adorei), eu aqui navegando na internet por vários outros blogs e sites, resolvi comentar também sobre roupas, mas não no casamento, e sim no cotidiano feminino.

A rainha vestiu amarelo, a princesa Kate escolheu vestido rendado, os fascinators tomaram conta da cabeça das convidadas, o povo vestiu a bandeira no corpo, e nós plebeus acompanhando os detalhes do figurino do casamento do século – como muitos estão dizendo.

Meu fascínio por roupas começou mesmo na adolescência, quando a gente vê que existe vida social indo ao shopping com as amigas, ao invés de ir com a mãe. Mas, como eu não tinha muito dinheiro a idéia de me vestir melhor ou tentar seguir a moda ficava apenas no mundo imaginário. Com isso fui crescendo, a moda foi mudando, fui me atualizando e hoje em dia eu tenho a mania de ter várias bolsas, sapatos e roupas de diferentes estações e com detalhes da moda (que caiam bem em mim, claro), bem mulherzinha mesmo.

Porém, agora estou passando por uma fase resumida assim: sem estágio, sem horário livre para trabalho integral, provas de fim de curso e budget limitado para pagar contas e viver por conta própria por 3 meses (até o bendito diplominha parar nas minhas mãos). Sendo assim, a consultoria para as amigas continua, mas a minha ida aos shoppings fica restrita. Lendo em uma revista na academia eu achei um blog que teve uma idéia maravilhosa, é a Jojo do blog Um ano sem Zara, que decidiu ficar sem comprar roupas por um ano para recuperar a conta bancária e aprender a não sair comprando o mundo por aí. Quem tem low budget, ou está como eu sem poder gastar até achar outro meio de ganhar o dim dim nosso de cada mês, vale a pena dar uma olhada e tentar imitar a criatividade.

Eu resolvi apelar para os acessórios para mudar roupas básicas e mudar looks que eu já tenho formado, uma coisa que eu aprendi com o blog da Jojo é que mulher tem mania de usar apenas uma parte do guarda-roupa sempre com a mesma combinação, e a gente tem que fazer tipo um crossing-over entre os looks, que no fim vamos ver que temos mais possibilidades do que pensávamos que tínhamos. Fui pedir uma dica para a ma-ra Isabela Fiorentino na coluna dela na veja Toda Bella, e não é que a flor me respondeu? Dei pulos de alegria, confiram a dúvida e a resposta: http://vejasp.abril.com.br/blogs/todabella/2011/04/18/como-destacar-acessorios-vintage/

Mais para frente pretendo criar um blog só sobre isso, descobri que me acalma e que aprendo muito sobre mim e sobre os outros com a forma de se vestir. O Basculante é mais para devaneios de assuntos mais diversos, mesmo que eu coloque nele uma poerinha de quando em quando.

Até o próximo post! =)





Na onda colorida dos esmaltes

18 11 2010

Esmaltes, aos montes - By Maiara =*

Essa semana que passou pedi às minhas amigas que fizessem uma listinha de presentinhos que mulher precisa e gosta para que pudéssemos trocar simbolizando o natal. A Maiara mandou a lista mais colorida que eu já vi, até brinquei que parecia lista de uma garota de 12 anos, mas tem sido uma das mais divertidas de ir atrás.

Um dos itens da lista dela são vidrinhos de esmalte, que a gente compra uma cor ou outra quando acaba aquela cor que quebra galho e combina com todas as roupas. Mas, ao pesquisar as cores que ela quer, e a marca importada que tem feito sucesso por viciadas em esmalte, até eu me empolguei. Existem diversos, inúmeros, coloridíssimos blogs de meninas, mulheres e fãs de esmalte que dão dicas, misturam tendências e mostram aquilo que está na moda. Não agüentei e fui atrás de duas cores que eu queria, amarelo e um tipo de rosa meio fosforescente, comprei os dois daquela marca Mohda, por R$1,60 cada, recomendo: Shortinho 026 (amarelo) e Balone 028 (rosa fosforescente).

Fui atrás para saber como surgiu essa mania feminina pelo esmalte, aqui chamamos de esmalte de unha, em português europeu é verniz de unha, em inglês nail polish, em espanhol esmalte de uñas, em francês vernis à ongles. Segundo o Wikipédia (mesmo que não seja 100% confiável, a gente acredita), já havia origem de cuidados com as unhas no Egito, Roma e China antes de Cristo. Uns tingiam, outros poliam, deixavam crescer, perfumavam, até que em 1925 lançaram um protótipo de esmalte rosado, mas que não se pintava a unha inteira.

O primeiro esmalte que conhecemos nos dias de hoje foi lançado pelos irmãos Revlon em 1932 (quando a marca nasceu). Houveram modificações na fórmula nos anos 70 e 80, para a duração fosse maior, e outros apetrechos pudessem ser misturados, como glitter.

Hoje em dia há salões especializados em cuidados com as unhas, efeitos de pintura, linhas novas com cores diferentes, tendências que vem e que vão, e a mulherada adora. Alguns homens costumam pintar as unhas com base também, para proteção, menos Cristiano Ronaldo que pinta de preto as unhas do pé e até hoje não pude pensar numa boa justificativa.

Se você jogar esmalte no Google, milhares de blogs de dicas vão aparecer, daí a gente fica louca com as cores que as blogueiras testam e saímos atrás dos benditos em perfumarias na hora do almoço (isso para pintar as unhas que duram em média uma semana).

Segundo o que pude investigar hoje, as cores do verão são compostas de tons fosco, holográficos e até 3D. Só não descobri ainda como é que faz para combinar as unhas com as roupas, porque eu ainda não consigo usar uma camisa vermelha com as unhas roxas, para mim não dá, não combina.

Vou fechar o post com uma listinha de blogs legais sobre esmaltes:

http://tudosobreesmaltes.com/

http://cantinhodoesmalte.blogspot.com/

http://tani-p.blogspot.com/

http://www.nosamamosesmaltes.com/

http://www.viciadasemesmaltes.com

http://www.loucasporesmaltes.com.br

http://www.maofeita.com.br/





Sites de descontos

23 10 2010

Em meio ao meu navegador, browser e echofon eu costumo prestar pouca atenção aos pop-ups da vida, não sei se é algo que meu cérebro já se

Poupando dinheiro, saindo mais

Poupando dinheiro, saindo mais

acostumou a não prestar atenção, ou se é de mim mesma. Fato é que andei prestando atenção no Orkut, facebook e até no meu site de dicionário online que costumo consultar no trabalho, todos eles tem divulgado cupons de descontos de diversos sites para conhecer e freqüentar diferentes lugares.

E eu achei isso demais. É demais porque faz com que a gente saiba que existem lugares que a gente nunca pensou em nem sequer perguntar para não ter aquela impressão de ‘pobre’, ou de ‘universitário sem dinheiro’ (que a maioria de nós somos), e o lugar que muitas vezes tem coisas acessíveis perde possíveis clientes. Uma das coisas que reparei quando viajei e que sempre comento é que São Paulo não sai perdendo em atrações e variedade das cidades de Londres e Paris, principalmente em baladas, moda, cultura e gastronomia. A diferença é que muito mais gente freqüenta esses circuitos por lá e por aqui existe o pré-conceito de que as únicas pessoas que podem pagar por um pouco a mais de luxo, não são as de classe C.

Por conta disso sites como: Peixe Urbano, Clube Urbano, Kekanto, Guia Mais, Privalia dentre outros ganham cada vez mais usuários e seguidores, para conseguir acesso à aquilo que muitas vezes é para poucos.

O esquema de todos os sites geralmente é o mesmo, eles colocam as principais ofertas do dia em destaque para chamar usuários, os interessados de cadastram e recebem todos os dias descontos que podem ser fechados se determinado número de pessoas também quiserem a promoção em questão. Meu chefe conseguiu uma sessão de massagem por R$40,00, uma hora de duração, minha amiga conseguiu um pacote de drenagem linfática, minhas outras amigas vivem conseguindo acessórios de marca e jantares em restaurantes cools por preços mais em conta.

Eu gosto de escrever resenhas nesses sites para compartilhar os lugares que eu vou e recomendo, assim todo mundo pode mudar o Faustão de domingo e ir atrás de coisas diferentes para fazer.

E vocês? Indicam mais sites que dão descontos que valem à pena?

Via twitter eu vi que existe a sátira Pobre Urbano, muito bom.





Fashion Blogs

22 07 2010

Na edição da revista Criativa de maio, há uma reportagem sobre blogueiras que colocaram seus estilos em cliques e começaram a fazer sucesso entre as leitoras web. Eu achei o máximo como cada uma delas consegue colocar em cada foto um pouco de si, e ainda dão dicas de como misturam as roupas e acessórios.

O mais legal foi ver que nem tudo o que elas usam é de marca, prova de que qualidade nem sempre custa uma fortuna. Aqui no Brasil, por exemplo, eu nunca fui muito a favor da C&A, as peças mais legais custam mais caro, e com a faixa de preço próximo a de lojas que gosto e que sei que tem qualidade melhor, e as outras roupas mais em conta, você acaba encontrando pessoas com a mesma peça em cada esquina. Prefiro a Renner, Luigi Bertolli, Zara e outras lojas de departamento que me permitem um leque com maior qualidade, durabilidade e que misturadas a outros acessórios parecem roupas de grife.

Vou recomendar aqui alguns blogs:

The cherry blossom girl

Blog de moda em Paris

Alix Bancourt : www.thecherryblossomgirl.com

O mais legal do blog é a variedade de fotos, além de tirar boas idéias para combinações, e tendências (ela mora em Paris, está uma estação adiantada em relação a nós), há outras fotos legais de ver, com paisagens, e flores, que se a gente reparar, são combinações de cores e texturas. E tem que saber francês, sorte que o blog é mais visual do que textual.

Cupcakes and Cashmere, tudo de bom

Emily Schuman : http://cupcakesandcashmere.com/

Esse blog é bem de mulherzinha, e digo isso no sentido de coisinhas que mulheres adoram. Ela fala de roupas, dá dicas de receitas de doces, artesanato, esmalte… tudo de bom. Ruim só que o blog é em inglês e nem tudo o que ela recomenda a gente acha por aqui, mas até aí, a gente pode improvisar.

Aqui na vizinhança dos blogs brasileiros eu ainda não achei algum que fale da moda daqui, sem utilizar remetentes de algo da Europa, ou América do norte. Por exemplo, alguma garota que compre roupas na José paulino, no shopping cidade jardim e em lojas de rua, e monte looks legais, para mortais conseguirem se vestir melhor. Eu gosto do programa do SBT, Esquadrão da moda, que é nossa versão brasileira do programa que começou na Europa, foi para os EUA e conquistou público por aqui. Recomendo também o livro “Na moda” da Isabella Fiorentino, que é acessível e ensina você a encontrar roupas e montar looks de acordo com seu tipo de corpo.

Fazia tempo que queria escrever algo sobre moda, primeiro porque eu acho que é algo que estuda o comportamento e auto-estima do ser humano, e segundo porque é tão legal! Quando as pessoas se vestem bem, elas são mais dispostas, mais seguras de si. E de verdade, moda não tem a ver com quem tem muito dinheiro, ou é magra.





Salve à tecnologia!

3 02 2009

Outro dia estava comentando com um  amigo meu pelo gtalk que a tecnologia nos afeta há muito tempo, e é até estranho usar a palavra “afetar”, visto que é um termo nocivo, mas, melhorando o ângulo da coisa, poderíamos dizer que a tecnologia nos influencia.

 

Anos 90, tanto eu como meu amigo éramos nanicos, fato, e nos filmes americanos quando víamos a turma dos bad boys das escolas, eles sempre estavam com aqueles big rádios desfilando em seus ombros ditando sua música pelo quarteirão afora, ou até aonde a potência do som fosse capaz de ecoar.

 

Hoje em dia, vemos aqui mesmo no Brasil ,as pessoas “compartilhando” seu gosto musical através de alto falantes super-potentes (com ou sem hífen?? aaah velha ortografia) instalados nos carros, em celulares de nova, velha e de gerações paralelas, naqueles mp3, mp4, mp5, ipods e semelhantes.

 

Vêem? (esse é sem acento, mas eu bato o pé!) Não só a liberdade de expressão encontrou novas formas de se propagar, mas como a variedade de estilos e classes sociais têm também acesso.

 

Outro exemplo tem a ver com as nossas profissões (tudo bem que somos estagiários ainda, mas trabalhamos do mesmo jeito) eu aqui estagiando no Blogblogs, aprendendo sobre a blogosfera todos os dias, e ele lá aprendendo coisas sobre design – webdesign para ser mais específica. Quando ainda éramos nanicos, essas profissões estavam no âmago da alma dos criadores, que na época deviam ser adolescentes rebeldes sem causa que nem sabiam que poderiam mudar o futuro, e consequentemente nos empregar =)

 

Não sou do tipo que sai espalhando minha lista musical por aí, ou que não vive sem a tecnologia, mas assumo que ela faz parte do meu dia a dia e que tem muitas chances de permanecer junta ao meu caminho profissional.

 

Hoje, não tenho links para colocar no texto, mas já vale o fato de você ter clicado na minha URL, lido o meu post, e ter refletido em cima dessas tags principais. Sacou? hã hã?

 

Até mais!





Camiseta e jeans, yeah!

8 06 2008

Como todo post tem inspiração originada de alguma matéria, ou assunto contemporâneo, este não deveria deixar de ser exceção. Estava eu lendo a revista Offline, que aliás é umas das poucas revistas das quais a gente lê todas as matérias, quando uma me chamou a atenção.

O título era: “Para sempre camiseta”, o texto conta como a camiseta tornou-se uma peça de roupa que vai além do uso propriamente dito. Antes usada debaixo de blusas e camisas, como roupa de baixo, ela surgiu como símbolo de rebeldia em 1950 quando John Wayne e Marlon Brando apareceram em público usando apenas ‘essa roupa de baixo’. Em 1955 com o filme “Rebel without a case” (Juventude Transviada) James Dean afirmou esta como símbolo de rebeldia. Outra história citada tem ligação com o exército dos Estados Unidos, os soldados necessitavam de uma roupa leve e confortável, e então a T-shirt foi criada para entrar em cena, lá por meados dos anos 40.

O mais legal dessa peça de roupa não é apenas seu formato simples ou seu conforto mas, o que as estampas e tecidos representaram para nossa história e nossa cultura. Várias tribos, movimentos, grupos, todos usam as estampas e cortes possíveis para se destacar dentre milhares, as pessoas escolhem a camiseta para passar uma imagem de sua personalidade para o mundo. Hoje em dia aposto que todas as pessoas possuem no mínimo umas 8 a 10 camisetas na gaveta, variando para as mulheres no estilo baby look.

E assim como o arroz tem o feijão, a batata frita o ketchup, e os casais dos filmes clássicos tem uns aos outros, a camiseta acha seu companheiro, o jeans. Este também com sua história, tão simples quanto. Na época da descoberta do oeste nos Estados Unidos muitos mineradores necessitavam de roupas resistentes para os dias de trabalho nas minas, foi então criado um tecido que resistisse aos trancos e barrancos, e que fosse de um preço acessível à população.

Ainda assim há pessoas que crêem que a moda, as roupas, os acessórios não dizem nada para mundo e nem fazem parte da cultura que temos hoje. Para finalizar, vou deixar os links de lojas com camisetas legais, e ainda o endereço de uma loja que salva sua camiseta velha e querida de guerra.

Links:

Nosense

Clube Retrô

Star Point

Levi’s

Endereço da loja que salva sua T-shirt: Customized, Av, Angélica, 1365.