Carnaval… em fuga!

17 02 2009

Ok gente, deu para notar que não sou muito fã dessa época do ano da qual milhares de brasileiros anseiam o ano todo, mas antes de iniciar o post, vamos a um momento de nostalgia e justificar essa não-preferência nacional que eu tenho:

Desde pequena tanto meu pai quanto minha mãe ouviam o bom e velho rock, cresci ouvindo Rolling Stones, Led Zeppelin, Beatles, Alice Cooper e muitos outros artistas da época deles, nunca vi nada de samba reinar sobre aquele toca discos. Na época de carnaval, a gente ia passear, ou meu pai alugava filmes, e só viam por curiosidade o resultado dos desfiles.
Ao entrar na escola que finalmente comecei a conviver com os amiguinhos que gostavam, e juro que tentei ver se tinha jeito pra coisa, mas o meu samba parece mais um “matar baratas” do que aquela coisa que dizem que todos brasileiros possuem, a ginga. Meu gene dominante deve ter sido o de japonês, que mal sabe rebolar ^^

Conforme fui crescendo fui me virando nos 30 para driblar essa época que gruda em todos os lugares que você possa imaginar, no rádio, na Tv, na internet, nas ruas, na casa da vizinha, na praia… enfim.

Começando então o post =D

Se você é uma pessoa que samba que nem mata barata, ou limpa o pé (como se tivesse pisado em caquinha de cachorro) então é aqui que você poderá ver dicas para fugir do carnaval.

Existem atividades legais e saudáveis para se fazer nos finais de semana e feriados, como o Arborismo (disponível em alguns Sescs espalhados pelo Brasil), passeios pelo centro da cidade de São Paulo (incluindo guia), visitas a museus e teatros, assim como assistir a um bom filme nos cinemas, e se formos contar essas atividades, preenchemos os 4 dias e meio de carnaval 😉

Outro opção, mas daí vai um pouco de grana a mais, é optar por fugir das cidades grandes em direção oposta ao litoral, que no meu caso destina-se a uma cidadezinha chamada Santo Antonio do Pinhal a uns 20 minutinhos de Campos do Jordão. O bom dessas cidades do interior, é a variedade de passeios gratuitos e diferentes que você pode fazer para relaxar e aproveitar seu tempo livre.

Dentre os passeios mais legais estão: fazer trilhas, andar de teleférico, andar de trem por entre as cidades (tipo um bondinho), pescar, e visitar fábricas de chocolate e de cerveja.

A maioria das cidadezinhas do interior possui sites legais com todos os passeios que as cidade pode te proporcionar, sem contar que as pousadas têm uma diária até que em conta por ser época de baixa temporada (embora haja aquele pequeno aumento por ser um feriado prolongado).

Agora, só não vale você ficar sentado na sua casa resmungando que só vê carnaval na sua Tv, bora saltar da cadeira do pc e planejar as atividades do seu carnaval =)

E para aqueles que curtem o carnaval, mas que gostaram das ideias dadas aqui, coloquem em prática na páscoa, quem sabe né?

Até mais!

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Em tempos de crise

11 02 2009

Pois é, perguntei ainda para minha mãe porque é que quando os americanos deixam de pagar a hipoteca, nós é que sofremos com isso. Ela tentou me explicar, as revistas tentam explicar, os economistas tentam explicar, mas eu continuo sem entender o real motivo.

Não adianta chegar com números que eu não vou interpretar nada em cima disso, só sei dizer que muita gente anda perdendo o emprego sem saber exatamente o motivo, e agora o grande mau das criancinhas não é o bicho papão, mas sim, a crise.

Quando houve o crack da bolsa em 1929 um monte de gente faliu pelo mundo, e logo foi feito um plano para reestruturar a economia, e em alguns anos os EUA voltaram com a força de liderança mundial, então eu me pergunto, será que isso pode ter sido um golpe? Para que nossa economia sofra uma mudança novamente e todos nós nos tornemos mais dependentes ainda do grande Tio Sam? (parece pensamento de o Pink e o Cérebro)

Que seja, devaneios a parte, o que podemos fazer para nos livrarmos desse fantasma?(ou problemão, visto que fantasma não existe)
Primeiro, não se assustar tanto com ela, e nem dizer que tudo que acontece é por culpa dela, demissões em massa acontecem em tempos de crise mundial, ou em tempos de crise da própria empresa – ou até mesmo em renovações internas.

Segundo, use seu dinheiro com parcimônia, economize, veja as vantagens de uma liquidação, espere o momento certo de vender e comprar bens.

Terceiro, se você já leu até aqui é porque continua se preocupando! hahaha

Hoje eu achei um site bem bacana, que pode te ajudar a poupar nas contas de casa, na verdade é um serviço do google, o Google Power Meter, ele auxilia você a medir a energia que está gastando enquanto usa o computador: http://espiritoslivres.net/google-power-meter-e-novidade-para-economia-energia/

No post acima o blogueiro te explica como funciona o serviço, e depois é só correr e clicar para experimentar.

Em tempos de crise, ou não, temos que nos virar, e ainda usufruindo desse serviço podemos poupar um dinheirinho e enviar para todas aquelas famílias que se endividaram com a hipoteca. (ok, foi só uma idéia)

Aliás, só para encerrar, alguém já ouviu falar que os americanos compram as coisas e as renovam de seis em seis meses? Tipo, uma Tv de plasma, um PS… depois somos nós que sofremos com a crise, e dá-lhe Obama para desafogar a situação!





Salve à tecnologia!

3 02 2009

Outro dia estava comentando com um  amigo meu pelo gtalk que a tecnologia nos afeta há muito tempo, e é até estranho usar a palavra “afetar”, visto que é um termo nocivo, mas, melhorando o ângulo da coisa, poderíamos dizer que a tecnologia nos influencia.

 

Anos 90, tanto eu como meu amigo éramos nanicos, fato, e nos filmes americanos quando víamos a turma dos bad boys das escolas, eles sempre estavam com aqueles big rádios desfilando em seus ombros ditando sua música pelo quarteirão afora, ou até aonde a potência do som fosse capaz de ecoar.

 

Hoje em dia, vemos aqui mesmo no Brasil ,as pessoas “compartilhando” seu gosto musical através de alto falantes super-potentes (com ou sem hífen?? aaah velha ortografia) instalados nos carros, em celulares de nova, velha e de gerações paralelas, naqueles mp3, mp4, mp5, ipods e semelhantes.

 

Vêem? (esse é sem acento, mas eu bato o pé!) Não só a liberdade de expressão encontrou novas formas de se propagar, mas como a variedade de estilos e classes sociais têm também acesso.

 

Outro exemplo tem a ver com as nossas profissões (tudo bem que somos estagiários ainda, mas trabalhamos do mesmo jeito) eu aqui estagiando no Blogblogs, aprendendo sobre a blogosfera todos os dias, e ele lá aprendendo coisas sobre design – webdesign para ser mais específica. Quando ainda éramos nanicos, essas profissões estavam no âmago da alma dos criadores, que na época deviam ser adolescentes rebeldes sem causa que nem sabiam que poderiam mudar o futuro, e consequentemente nos empregar =)

 

Não sou do tipo que sai espalhando minha lista musical por aí, ou que não vive sem a tecnologia, mas assumo que ela faz parte do meu dia a dia e que tem muitas chances de permanecer junta ao meu caminho profissional.

 

Hoje, não tenho links para colocar no texto, mas já vale o fato de você ter clicado na minha URL, lido o meu post, e ter refletido em cima dessas tags principais. Sacou? hã hã?

 

Até mais!