Mestre Cuca

16 05 2008

Uma das melhores coisas da vida, segundo muitas pessoas, é comer. De fato, não há nada melhor que degustar aquele prato preferido ou matar a fome que leva o estômago ao estado antropofágico – aquele prazer indiscutível.

Mas, há o outro lado da comida, a face de quem a prepara. Tenho visto pessoas comentando que adoram cozinhar e resolvi que deveria virar tema para o blog, há uma disseminação cada vez maior de programas de culinária (desde pratos do dia a dia para ajudar as donas de casa, até pratos que ajudem no orçamento mensal) tanto na Tv aberta quanto na Tv paga.

Na Tv aberta dou destaque para Edu Guedes (Record), Palmirinha Onofre (Gazeta), Daniel Bork (Band) que ensinam pratos fáceis, dão o custo e indicam ingredientes alternativos. O ruim é aguentar o merchandising. Chicken

Já na tv paga o destaque fica por conta do canal GNT com Nigella e Jamie Oliver. As receitas do site estão em inglês, mas quem puder ver os programas consegue acompanhar as receitas pelas legendas, e são tão fáceis quanto as daqui.

Um outro destaque do GNT é “Kitchen Nightmares” onde o chef Gordon Ramsay visita restaurantes que estão falindo e os ajuda a se reerguer, detectando problemas, ensinando-os como desenvolver novos pratos e menus.

No mundo da internet existem sites de todo quanto é tipo, em que cozinheiros postam receitas, pessoas trocam receitas, tiram dúvidas. “O Basculante” andou se informando e registrou maior audiência do site de receitas Tudo Gostoso, os internautas podem votar, trocar a experiência, indicar novos ingredientes. O Yakissoba de lá foi testado e aprovado pelo blog

Para aqueles que querem levar a cozinha mais a sério e se tornar chefs, há os cursos de Gastronomia, pesquisei os cursos do Senac e da São Camilo. E ainda pra quem deseja ir mais alto a melhor escola está na França (Cordon Bleu) =)

Cozinhar é uma arte, uma necessidade, um hobbie, um vício, uma Arte.

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5 responses

17 05 2008
Rodrigo Bueno

TAMBEM É TERAPIA … RS
ME ACALMA QUANDO COZINHO …
: )

17 05 2008
Mandita

Vâ,
Muito interessante. Parece-me um texto jornalístico, mas ao mesmo tempo algo reflexivo sobre o assunto…muito interessante!!!!
Pois é culinária é uma arte, uma necessidade, um Hobbie….. é tudo isso e muito mais….

ah…parabéns pelo blog!!!

1 06 2008
WiLL

Eu gosto de comerrrrrrrrrrr!!!! hauahauhaa!!! Assisto aos programas de culinaria sempre q rola algo legal e q pareça ser fácil de fazer, embora eu nunca faça!!!! =P

Beijos!

2 06 2008
Bonie

Amo cozinhar!
Mas amo mais ainda comer enquanto eu cozinho!!! hahahaha =9

Ahhh e o Jamie Oliver é tããão legal…

Vân, vc sumiu, saudade!

Beijão

7 06 2008
Maiara

Van, adorei o post! Vou dar meu parecer sobre o assunto com meu ponto de vista de historiadora chata que sou (estilo Ross). Esse é um trecho de um texto meu em uma prova.
Pensar na alimentação nos remete a diversos aspectos, muito além do fisiológico. Pode-se discutir sobre política, economia, relações sociais, assuntos culturais e ritualísticos também. Assuntos antes pouco estudados por pesquisadores como estruturas do cotidiano e a rotina, passaram a ser abordadas com maior ênfase, assumindo a sua importância diante da diversidade cultural, dando enfoque para os hábitos do cotidiano, como por exemplo, as formas de preparo e de consumo do alimento representando valores, mentalidades, sentidos.
Enxergando sob o ponto de vista histórico cultural, o comer e o beber fazem alusões semiológicas se moldando ao “arbítrio cultural”. A água e o pão são alimentos semiológicos centrais, pois trazem diversas tradições para diferentes culturas.
Com a produção de alimentos industrializados e a valorização do consumismo como forma de firmação social, torna se possível se alimentar biologicamente do imaginário social com esses alimentos-signo. Para ilustrar esse pensamento, vejamos a Europa do século XVI, quando o luxo da mesa se reservava a alguns poucos privilegiados que de forma extravagante e exibicionista consumiam pratos raros e em grandes quantidades. O caviar é um dos símbolos de riqueza, de aristocracia pela dificuldade de consumo que eleva seu preço. Prova-se então, que o homem é uma criatura do desejo e não uma criatura da necessidade, e isso é possível identificar analisando a mesa de qualquer indivíduo classe média ou alta na hora das refeições.

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