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Lá vou eu seguindo a tendência de jornais, revistas, blogs, tweets, e todo meio de comunicação que se preze tentando chamar a atenção do mundo e dizer que se importava com o Michael Jackson. Mas, eu realmente me importava, tá certo que eu não era fã número um, não sei uma música inteira de cor e descobri ontem que ele tinha 9 irmãos, 3 filhos e que namorou a Brook Shields.

De qualquer forma vibrava com os hits dele, e sempre que ele lançava um clipe novo eu via no Fantástico e conversava com os coleguinhas na escola, porque convenhamos, no auge da carreira dele eu mal sabia dizer se gostava de música ou de grunhidos, mas sabia que ele fazia os clipes mais legais e que mesmo não entendendo a letra, eu dançava.

Anos mais tarde vieram dizer que ele ‘comia criancinhas’, e eu ia lá saber exatamente que ele fazia isso? Michael era mesmo o lobo mau?  Depois, com a malícia adquirida na adolescência, sempre ouvi piadinhas sobre a fama do Michael, e então conseguia entender a mensagem por trás.

Só que mesmo sendo engraçado, eu nunca acreditei. O cara foi abusado quando era criança, tinha 3 filhos, e construiu um rancho, fazendo, sítio, sei lá, chamado Neverland… eu não acreditava. Tá certo que não sou psicóloga para dizer que isso era o bastante para inocentá-lo, mas quando ele dava entrevistas, tinha mais jeito de uma criança assustada, do que de um lobo mau.

Dito e feito, 16 anos depois o garoto que ganhou 22 milhões de dólares do Michael, vai ao público e diz que mentiu. Fiquei bege.

No fim, o Rei do Pop que vendeu 180 milhões de cópias (imagine cada brasileiro comprando um cd) recorde nunca batido, era um Rei mesmo. Do Pop porque não havia um hit que não grudava na cabeça, qualquer cidadão que tenha nascido nos anos 80, até uns anos atrás conhece alguma batida dele, já tentou imitar o famoso Moonwalk, ou o gritinho… Rei é Rei.

Li num blog um post que mostra um possível diálogo com o Rei do Pop, com o Rei do Rock em algum lugar no limbo, ou na ilha de LOST, ou no triângulo das Bermudas e mesmo não sendo crente e nem religiosa, espero mesmo que eles tenham se encontrado em algum lugar.

E porque Rei né? Isso só me lembra o famoso Luís da França, ou o Rei Arthur, que fizeram algo pelo povo. O Michael não fez algo necessariamente pelo povo, mas a vida dele mostrou que mesmo sendo uma pessoa infeliz, se pode trazer alegria para os outros.

Afinal, quem canta seus males espanta, e quem faz o Moonwalk reina soberano.

MJ

Semana passada, antes da morte do Michael, eu ainda estava acompanhando o bafafá da revogação e os números que meu blog estava alcançando com tudo isso. Daí que recebi por email uma coluna do Digestivo Cultural que falava que agora jornalismo era fazer blog, não necessariamente com essas palavras.

Todos sabemos que há uma rixa entre blogueiros e jornalistas, e que não há um vencedor. Mas, com a internet e a propagação dos meios de comunicação que incluem a escrita como meio, não há como dizer que qualquer um possa realmente falar aquilo que pensa.

Cabe aos meios de comunicação peneirar as informações e a qualidade daquilo que se vai ler, muito embora todo mundo possa ler de tudo hoje em dia digitando aquilo que se quer em algum buscador da internet. Por conta disso, a revogação da lei acabou expondo aquilo que já estava óbvio, o poder da informação não é mais controlado pela mídia, talvez pelo Google, rs.

Ter um blog hoje em dia é quase que um portifólio de quem trabalha com comunicação, blogs especializados, blogs informativos, blogs para downloads, blogs de opinião, de arte, de sacanagem, de literatura, de design, de política… blogs. Aquilo que é chamado de coluna nas revistas criou perninhas e saiu andando pela internet, e não há quem possa controlar todo esse conteúdo. Se há qualidade ou não, isso só quem vai poder julgar é o leitor.

Só aqui no Brasil que o jornalismo é tratado desse jeito, o jeito do monopólio. Parece que não esqueceram da monocultura da cana e do café, e vão implantando esse sistema em tudo o que é possível. Liberdade de expressão foi um dos motivos para que a lei fosse revogada, e agora? Como vão usar esse monopólio, não é mesmo?

Não acho que jornalismo hoje em dia é feito por blogueiros, mas acho que os blogs foram surgindo por pessoas que tem muito o que falar e que aos poucos foram conseguindo espaço para divulgação. O ser humano tem a necessidade de se expressar, e aqui tudo é cortado, editam as cartas dos leitores, editam as informações, editam as imagens, editam as fontes. Editam tudo até chegar no ponto do brasileiro acreditar mais nas manchetes do que em um documentário, porque documentário faz as pessoas pensarem, e a mídia quer pensar por eles. E agora?

Nem todos os blogueiros escrevem posts de qualidade, nem todos eles são contra os jornalistas e nem todo mundo sai ganhando com essa revogação, mas uma coisa é fato, a comunicação vai mudar daqui pra frente, e creio eu, que para melhor.

Semana passada foi aprovada a revogação da lei que exigia o diploma em Jornalismo para exercer a profissão, e surpresa minha, a maioria dos meus amigos ao ler a notícia se lembrou de mim.

Quem acompanha o blog sabe que eu já quis ser jornalista e quando tentei o vestibular  fiquei no limiar da nota de corte. Mas, acabei me achando em Letras, e também defendendo o curso para muita gente que pensa que 5 anos de faculdade servem apenas para ser professor. (Vide post)

Conversando com alguns amigos da área de Ciências Humanas (Letras se insere nisso em públicas, e em alguma particulares em Comunicação) a maioria chegou à mesma conclusão que eu, que não é que jornalista não precise de diploma, mas que o diploma deveria ser duplo.

Vamos mais fundo nisso, ok? A Reuters, por exemplo, é a maior especialista em Economia e todos os jornalistas contratados devem ao menos, se interessar por essa área para assim conseguir trabalhar por lá. Se um economista, interessado em divulgar ideias, novidades e afins de sua profissão fizesse uma pós em jornalismo, isso não garantiria maior qualidade para o meio de comunicação especialista nisso? Outros casos, por exemplo, os jornalistas mais competentes nunca param no curso de Jornalismo, muitos dos colegas fazem: Ciências Sociais, Letras, História, Direito… sempre focando melhorar a especialidade na profissão.

Muitos dos escritores de best sellers gostavam de escrever quando eram pequenos, e quando cresceram acabaram virando jornalistas porque dizem que quem gosta de escrever tem que ser jornalista, já que escritor morre de fome (e no fim acabaram ganhando dinheiro escrevendo livros! hahaha). Li a biografia de uma escritora ontem, que escrevia livros quando tinha 12 anos, se formou em Jornalismo, mas depois que lançou seu primeiro best seller, foi fazer Letras.

As pessoas procuram se especializar, principalmente aqueles que realmente gostam da profissão, então porque Jornalismo não vira apenas um curso de pós? Assim, jornalista esportivo: Educação Física + Pós em Jornalismo; jornalista de moda: Moda + Pós em Jornalismo, jornalista de culinária: Gastronomia + Pós em Jornalismo. E para quem quer ser redator, revisor, editor: Letras + Pós em Jornalismo.

A minha ideia não é absurda e nem exclusória, é mais racional. Sei que podem aparecer um monte de jornalistas contra isso comentando aqui no blog, mas eu não estou pedindo que aceitem, apenas estou divulgando aquilo que penso. Ainda não entra na minha cabeça que 5 anos de gramática profunda, literatura de duas culturas, mais de duas línguas e optativas em áreas diversas (curso de Letras) seja visto por quem emprega como curso de Professor, ou curso para Secretária bilíngue.Alguém pode me responder, aonde que jornalista sai ganhando nisso?Agora, sem o diploma, competimos páreo a páreo.

Deve ser por isso tudo que meus amigos se lembraram de mim… não é preconceito, é questão de competência, e ainda reforço, aqueles que são bons jornalistas não vão se importar muito com isso, porque com certeza estão sempre se aprimorando… já os mais cabrestos, estão por aí na televisão comparando a profissão com outras como Direito e Medicina, fazendo perguntas esdrúxulas como: – Você confiaria sua vida a um médico sem diploma? Nem vou responder essa.

Um orgão que sempre admirei foi a Folha de S. Paulo, que oferece um curso para quem quer ser jornalista de lá, independentemente da graduação cursada, o candidato passa por um processo de seleção rígido, mas aqueles que querem mesmo, conseguem. E ainda, aprendem na prática como serem jornalistas levando uma bagagem com eles de uma graduação distinta.

Já a Abril oferece o mesmo curso, SOMENTE para quem quer ser jornalista da casa… mas, sobre isso eu não posso comentar mais, e os mais chegados sabem o porquê. =)

Um dos ministros que aprovou essa revogação usou como argumento uma coisa que eu SEMPRE falo, deve ser por isso que reli a matéria enviada por jurídico daqui umas 3 vezes, só para ler a frase: “Há séculos, o jornalismo sempre pôde ser bem exercido, independentemente de diploma”. Ele ponderou, no entanto, que o jornalismo continuará a ser exercido por aqueles que têm pendor para a profissão, sem as atuais restrições. Ao votar contra elas, citou os nomes de Carlos Drummond de Andrade, Otto Lara Resende, Manuel Bandeira, Armando Nogueira e outros como destacados jornalistas que não possuíam diploma específico. (Carlos Ayres Britto)

E para aqueles que devem estar descontentes com a lei, e com meu post, digo que não estou comemorando, ainda que muitos não mereçam, tenho respeito pela profissão, mas fico feliz de saber que muita gente que conheço e de extrema competência, também estará apto a poder divulgar suas ideias em meios de comunicação diversos sem que um diploma específico barrem-nos de falar sobre aquilo que realmente sabem.

Ah e uma ressalva, nada contra professores e secretárias bilíngues, mas é que são vagas que vira e mexe me mandam, sem que eu tenha colocado no perfil que eu realmente queria. Todas as profissões são dignas, só queria que houvesse mais pessoas com a mente aberta para os benefícios que todos os cursos podem trazer.

De volta para o futuroOutro dia estava no ônibus em pé, e comecei a prestar atenção num livro que a pessoa que estava sentada na minha frente estava lendo (comendo páginas de livros alheios) e estando de pé num ônibus um tanto quanto cheio e em movimento, só conseguia dar uma lida em uns trechos. O livro aparentava estar sendo lido pela sua quinta vez, e eu tentando entender o gênero da coisa… até que consegui ler uma página =)

O(a) autor(a) falava que nos tempos em que vivemos ninguém nunca consegue viver o presente, que estamos sempre com a cabeça no futuro ou no passado, preocupados com as coisas, como se fosse uma sequência de TV, onde as imagens vão aparecendo e nosso cérebro absorvendo (e num é que é verdade). E também falava que isso era porque estamos numa era em que as informações são literalmente metralhadas para nossa mente, fazendo com que tudo que façamos e pensamos seja armazenado de forma aleatória, sem o tempo certo para digerir. Não sei o nome do livro, e nem o restante das coisas que falava, mas essa coisa do pensamento era chamada de SPA (síndrome do pensamento acelerado), e acredito que tenha fundamento.

Daí hoje eu parei para pensar, vivo preocupada com o que está por vir e com aquilo que passou, minha mente anda tão preocupada com prazos e obrigações que eu viajei pro RJ no feriado que passou, sentia que estava ali, mas a ficha só está caindo agora…. as paisagens, as sensações, o frio… tudo, só agora. Muito engraçado, e verdadeiro. É como se parte de mim ainda não estivesse absorvendo tudo naquele exato momento e nunca vai absorver nada completamente, se eu não treiná-la para se concentrar no agora.

Por exemplo, no momento estou ouvindo música, mas estou concentrada no que escrevo, no Blogblogs, e no Adium… não sei o que está acontecendo ao meu redor, não me importo com o cheiro do café ao meu lado, ou com a vista do prédio (ponte Eusébio Matoso com trânsito livre hahaha), e até mesmo com o que estou  ouvindo.

As pessoas ficam pensando no que passou, e no que vai acontecer, 24hs por dia! ninguém se concentra no momento, pode se concentrar em uma tarefa, mas nunca sente o momento… acho que a última vez que senti o momento foi aos 16 anos em alto mar…. espantoso.

Mas, isso às vezes pode ser encarado pelo lado bom, como por exemplo o site que indica a música que estava no topo das rádios no dia em que você nasceu (isso mesmo, não há mais o que inventar), o ruim é que só rola nos USA, UK e Austrália, nada de Brasil, mas quem sabe alguém não lê isso aqui e resolve investir? O site é esse: http://www.thisdayinmusic.com/birthdayno1

Tem ainda um que a partir da foto de você e do seu par, ou até mesmo de uma estrela de hollywood monta uma foto do suposto filho de vocês: http://gostei.abril.com.br/frame/index/saiba-como-vai-ser-o-seu-filho

E fica aí a dica de hoje, uma reflexão e depois uma fonte de boas risadas =)

Até mais!

Um brinde a dois

Um brinde a dois

Sabe o que é mais engraçado no dia dos namorados? o desespero de alguns, a felicidade de outros, a indiferença de muitos e o faturamento do comércio. =)

Mês passado um site de relacionamentos produziu uma passeata para as solteironas que estavam em busca de namorados, eu até me surpreendi com uma moça de 22 anos que diz estar a 22 anos sem namorar, oh coitada. Porque será que as pessoas dão tanta importância para isso, não é?

Estar namorando alguém não é segurança de nada, nem que nunca mais vai ficar solteira, ou que está abalando total por ter um alguém que te ama ( e as vezes nem ama tanto assim), namorar é um estado da alma, saca? Aquela vontade de estar com alguém mesmo quando ele está um porre e você de TPM se irrita com ele mexendo o pé debaixo da mesa. Namorar é permitir que um certo alguém te faça companhia, seja seu cúmplice, seu saco de pancadas, sua fonte de carinhos e mimos.

Tá certo que não é sempre que a gente acha as pessoas certas, e nem sempre que as pessoas que a gente acha que são certas estão afim de que nós sejamos as certas para elas também, mas daí a fazer passeata… ( eu ainda não me conformei, rs).

Não sou uma das pessoas ranzinzas que odeia o dia dos namorados, tanto porque esse será meu primeiro dia dos namorados com o meu, e estou morrendo de vontade de passar esse dia com ele, mas não para trocar presentes ou porque é o dia dos namorados, mas é porque será aquele tempinho que eu esqueço dos meu compromissos de trabalho e faculdade e posso curtir com ele o tempo friozinho.

E para quem não tem namorado Vânia, não seja injusta! ok, eu já fiz parte desse grupo de pessoas, fiquei 3 anos sem namorar ninguém, primeiro porque não queria, segundo porque sustentava um inconformismo com meu ex (eu sou uma pessoa que não se conforma muito mesmo, ahahah) e terceiro porque finalmente decidi que não tinha que procurar e que na hora que o alguém aparecesse o bip ia tocar, entendem?

Porém, esses anos me permitiram aprender certas coisas, que gostaria de passar para vocês leitores:

  • Dicas para quem não tem um namorado(a):

- De qualquer forma é um feriado prolongado, então viajar e rever amigos é um ponto forte na lista, mas você também pode se empaturrar de besteiras e ficar dormindo o tempo todo, afinal, todo mundo adora um tempo livre.

- Sabe aquele livro que está pela metade faz um tempo? Gente, ler é bacana. Trate de ler o livro e de sair para uma livraria para comprar a continuação, daí você ainda pode conhecer outras pessoas nessa ida a livraria.

- Passear com seu cachorro, pois o cachorro é o melhor amigo do homem, e da mulher e ele são lindos e te deixam feliz não importa a ocasião.

- Jogar vídeo game, é isso mesmo, certeza que seu primo, irmão pirralho, amigo geek devem ter uns jogos legais, além de desestressar, dependendo do jogo, até emagrece, sabe o Wii fit? então, experimenta.

  • Agora, a versão dicas para quem tem namorado(a):

- Por favor, não se encane com os presentes… se você comprou um presente de 1000 reais e ele(a) um de 100, desencana do preço, o importante é que o presente foi comprado pensando em você, e mais, combinar a faixa de preço as vezes ajuda.

- Nada de dar piti porque você quer romantismo e seu par só quer saber de dormir, aproveite para dormir juntos e descansar, romantismo também se encontra nas pequenas coisas.

- Viajando juntos? Bacana, mas ainda assim passar 100% do tempo grudados pode acarretar pequenas brigas, enquanto ele(a) toma banho, leia alguma coisa, saia para tomar um ar fresco, individualidade em pequenas doses também ajuda.

- Você quer fazer um programa X e ele um Y? Conversem, é batido aquela coisa de que a conversa é que mantém a relação, mas no final todo mundo sabe, e quando está bravo não costuma aplicar muito, não é mesmo?

Enfim, o post foi algo mais temático, até parece artigo de revista feminina (quem sabe um dia não me convidem para ser colunista), mas sei que vai ajudar bastante gente, principalmente a galera que sai em busca de dicas pelo Google, a maioria das minhas visitas é proveniente de lá, e o WP que não me permite colocar nem o Adsense… =/
E também notei que a linha de posts do meu blog é torta, preciso voltar a sustenta o bom conteúdo, mas se você chegou a ler essa linha é porque eu ainda não perdi a minha capacidade de prender meus leitores, yey! =)

Have a nice Valentine’s Day!

Blogs e propagandas (ads)

Blogging

Blogging

Eu ando surtando com essa de blogosfera, na realidade é porque fico inconformada com a quantidade de blogs que são criados para utilizar apenas a propaganda que sites como o Buscapé, Lojas americanas, e outras tantas disponibiliza para se ganhar dinheiro contabilizando os cliques. Não vou falar que não fiquei tentada a colocar um Adsense aqui (porque quando ainda não se ganha o suficiente para se manter sozinha, toda grana extra ajuda) e ao procurar o auxílio do WP vi que os ads estão barrados, e os entendo perfeitamente.

O conceito de blog é falar qualquer porcaria que a gente queira pro mundo, mas com nosso conteúdo, ou com aquilo que a gente for fuçando por aí, mas era algo feito com prazer sabe? Hoje em dia a quantidade de pessoas que cria blogs para colocar propaganda escrevendo uma merreca é absurda, usam chamadas interessantes, escrevem no máximo três parágrafos e quando você visita a página deles se vê perdida com aquela quantidade piscante de anúncios que circundam o blog, talvez no desespero de se livrar da poluição visual você saia clicando em qualquer coisa e bingo! credita uns centavos na conta do suposto blogueiro de fachada.

Outro surto que tenho é com aqueles blogs que prometem coisas no título e quando você vai lá todo empolgado encontra um texto vazio, mal formatado e cheio de gifs bonitinhos de ursinhos, florzinhas… aaah! Ah e tem o que eu mais nutro um ódio mortal, que são aqueles que ficam divulgando poemas… não eu não tenho nada contra poetas, mas gente do céu… rimas pobres e com aquelas propagandas ali de nossa senhora, ou livrarias diversas, você acaba clicando no link pra ver se acha uma saída mais rápida daquele tormento, num dá.

E tem ainda aqueles que ficam divulgando mensagens para todas as datas comerciais que vão aparecendo, com mensagens bregas… e tem gente que copia, transforma em gif e sai enviando para os colegas no orkut. E eu me pergunto, é esse o perfil da nossa blogosfera? Deus nos acuda, ou (como na onda da novela que coloca um blogueiro que quase nunca escreve no blog e fica sendo assediado pela tiazona) Hare baba!

Até ia colocar uns links de exemplo aqui no post, mas a cada link o blog em questão ganha uma posição no ranking e popularidade, e daí eu estaria ajudando-os a manter a máfia da blogosfera…. tá aí, máfia! haha

E vocês bloggers, acham que eu viajo quando digo que fico inconformada?

Seção Auto-ajuda

girassol

Hoje de manhã faltei na faculdade porque estava com uma leve febre, (e me sentindo muito podre), mas confesso que tenho me sentido mais feliz nos últimos tempos, parei de brigar com o namorado, voltei felizmente ou não a entrar na rotina da faculdade e entrei naquela fase da vida que apertamos o lindo botão do FODA-S*.

Sabe os livros de auto-ajuda? Mulheres possuem uma coleção deles, e às vezes até os homens mesmo… o fato é que tudo nesse mundo pode ser uma auto-ajuda, o cachorro que te recepciona feliz da vida quando você chega, as besteiras que rolam no ambiente de trabalho (uma bolinha passou rasante pelos meus cabelos), aquela promoção na loja que você adora,: pague dois leve três, aquela sua comida preferida feita pela mamãe sem ser avisada.

Comecei a olhar o lado belo da vida, e eu sempre reclamo não há nada que me faça deixar de ser assim, e reclamar não faz parte também? A primeira coisa que um livro de auto-ajuda diria é: Para de se subestimar, não fale, aja!

Mas, às vezes eu reclamo porque quero desabafar, ou simplesmente porque eu faria melhor. Por exemplo, eu ainda acho que como blogueira escrevo melhor que muito jornalista e crítico por aí, e também acho que quando sou boa naquilo que faço, posso melhorar mais e mais.

E esses escritores de livros de auto-ajuda? Caramba, porque será que eles escrevem livros assim? Será que eles aplicam mesmo toda a teoria que escrevem? Eu leio artigos de revistas e sites, sempre quando tem um “quer melhora tal coisa?”, “quer saber como crescer e se destacar?” , em casa um livro que mudou minha forma de pensar foi aquele best seller e blockbuster “The Secret”. Sei lá, não que eu seja uma depressiva compulsiva adoradora da fase de TPM e auto-deprimente, ao contrário, sempre gostei de ser animada, de estar sorrindo, mas a gente procura apoio.

Eu realmente acredito que mudar a forma de pensamento atrai coisas boas, ok se você pensa diferente, mas eu ainda teimo nas boas vibrações, se fosse a umas duas semanas estaria eu me lamuriando que tenho febre e dor de garganta e ainda tenho que trabalhar =)
Só que trabalhar distrai a mente, me ensina coisas e me dá dinheiro, ahá!

Uma vez me disseram para ver mais o lado Poliana da vida, e até hoje eu nem sei quem é essa tal garota, mas acho que estou com ela e num abro! Não posso jurar que nunca mais vou entrar em uma deprê, mas posso assegurar que sei certinho o caminho de salvação, haha.
Não quero que o post leve vocês caros e queridos leitores (oriundos de buscas do google, fato fatíssimo) a pensar: – a Vânia quer então que eu leia auto-ajuda e mude minha vida para melhor. Não, de forma alguma. Só gostaria de expor que todo mundo acha uma forma de melhorar, e que qualquer caminho é válido, desabafo com a vizinha, pular de bungee jump, sexo com estranhos (muita gente faz, sei lá), e ler livros de auto-ajuda.

E sabem o que eu mais gosto desses livros? A categoria em que estão inseridos, eles proporcionam ao leitor uma melhora a partir dele mesmo, e não há nada mais maravilhoso do que poder sorrir todo dia e se sentir bem consigo mesmo.

Ah, eu estou feliz ;)

Ontem quando fui conferir as estatísticas do Basculante, notei que deixei passar o aniversário do blog em branco. Minha interação com blogs ocorre desde meus 16 anos, (quaaase sete anos) embora só tenha realmente me dedicado a textos mais sérios quando entrei na faculdade.
Rumei para o WP por questão de praticidade, e garanto que ele atende todas as expectativas como editor de blogs – muito embora me entristeça por não aceitar widgets na versão gratuita =P.

Daí, pensando com o que trabalho, resolvi que o post de hoje falará sobre a blogosfera, especificamente sobre o conteúdo. Para a maioria dos blogueiros a história de como surgiu o blog é coisa de be a bá, mas a sua evolução não parece ter sido captada por muita gente.
Os diários virtuais (que como eu, foi como muita gente começou) serviam para falar um pouco da sua vida pro mundo, pra ninguém, pra um estrangeiro que não sabe o português, por pessoas que não são tão sociáveis mas escrevem muito… entre outras.

Com o passar dos anos,  os blogs passaram a ser poderosas ferramentas de comunicação, competindo com textos de jornalistas em grandes veículos (temos até a polêmica do “post pago’). Agora, o que me dói a alma, é o que as pessoas andam gerando em posts e dizendo que são blogueiros.

Não vou exigir que postem textos grandes, e nem que evitem colocar vídeos nem nada, mas é fato que muita gente perde o foco do que é um blog. Todo mundo quer visitas, quer se destacar na blogosfera, mas o que as pessoas realmente esperam de um blog?

Vídeos e imagens são recursos da informação que você quer passar, se for postar apenas uma foto ou um vídeo, o post não terá exatamente um mérito seu, e ainda assim existem sites como o youtube, o videolog ou o flickr e o picasaweb para divulgar esse tipo de arquivos.

Os posts com conteúdo são aqueles que trazem de fato um texto explicando algo, comentando algo, e fazendo com que o leitor se interesse pela forma como foi escrito, editado, e queira voltar, pra isso vale usar recursos como links, imagens e vídeos, mas não apenas isso. Todos sabem que textos grandes espantam internautas, mas quando você se compromete a escrever bem, e pega a manha de prender a atenção do usuário, pode até postar uma bíblia que o seguidores voltarão (mas, isso é uma frase figurativa =D)

Outra coisa a se pensar é a categoria, muitas pessoas gostam de falar sobre determinado assunto, logo, o público que vai visitar o blog é o do meio; os blogs pessoais ganham a simpatia começando pela rede de amigos, e depois por pessoas que veem (adaptações da gramática nova) os blogs pessoais como se fossem colunas de revistas ou jornais. O Basculante, no caso, segue a linha mix da coisa, quando me dá na telha escrevo sobre algumas das minhas categorias, ou sobre nada, mas sempre na mesma linha de pensamento, será difícil vocês encontrarem posts muito específicos, é bem mais minha opinião sobre determinado assunto.

Agora sobre a divulgação, se você fizer umas pesquisa pelo poderoso Google, vai encontrar todas as dicas possíveis para divulgação, uma delas é se associar a indexadores de blogs como o Technoratti (mas, esse é todo em inglês), ou produto da nossa terra o Blogblogs (vendendo o peixe gente!), além de participar de pesquisas, você ainda pode marcar o conteúdo que achou interessante e participar de um ranking que mede sua popularidade na rede – embora seja um pouco furado, pois nem todo mundo que lê o seu blog o linka, eu fico mais feliz com as visitas e comentários.

Não vou me estender mais no assunto, acho que consegui fazer uma breve sinopse do que eu penso ser um bom blog, qualquer dúvidas folks, só enviar email, ou comentar.

Outro dia tentei colocar meu twitter aqui, mas o WP ainda não aceitou os feeds =(
De qualquer forma, meu twitter é o vsusaki.

Até mais breve!

Profissão: Letras

A questão começa quando eu respondo qual é a minha graduação e as pessoas rebatem com uma pergunta:

“- Ah, você quer ser professora?”

 

Nos primeiros anos de faculdade isso me irritava de maneira incrível, como se todas as pessoas tivessem um cabresto quando olhassem para os cursos de ciências humanas, tá certo que tentei Letras por ser jornalista frustrada, sem dinheiro para bancar uma Cásper ou a Metodista intentei por duas vezes a ECA-USP.

De lá pra cá aqueles míseros pontos que te barram me tiraram cabelos das raízes do meu couro cabeludo (o que surtiu pouco efeito, visto que tenho muito) e eu comecei a ser uma pessoa que procura novos horizontes.

 

Parei e me perguntei, e aí? O que você quer com jornalismo? Porque quando eu dizia que estava prestando o vestibular para esse curso as pessoas rebatiam com outra pergunta:

“- Ah, você quer ser âncora?”

 

Descobri que queria escrever, mexer com conteúdo, e que ser redatora era uma das metas, e fui procurar o coordenador do cursinho para me orientar, fui saber os cursos que me permitiam chegar aonde eu queria, sem ter que cursar jornalismo, e ele veio com: Ciências Sociais e Letras.

 

Fiz minha pesquisa pela internet e prefiri Letras a Ciências Socias porque nunca gostei de filosofia, antropologia e todos os estudos humanos, e também porque meu inglês, modéstia parte, era um forte meu. ; )

 

Passei! e também consegui a bolsa de Jornalismo na Metodista, e preferi a Usp – não vou responder hoje essa questão de privada e pública. Só sei que retornando aos primeiros anos, eu ficava perdida, em turmas de pessoas com aquela mente fechada, que viam o curso como formaçào de professores e quando muito, formação de tradutores.

 

Fui além, meu primeiro estágio foi na área de jornalismo, meu segundo estágio foi na área de pesquisa de mercado, em um terceiro trabalho dei aulas (pra ver se eu poderia optar por isso) de inglês e agora estacionei aqui em um site indexador de blogs, mexendo com a área de conteúdo e produtos. E sinto muito muito orgulho do meu curso =)

 

Cursando Letras a gente aprende a pensar melhor, aumenta o nível de cultura, faz reflexões, entende a sua língua mais aquela que você aprende se optar (no meu caso Espanhol), escreve de uma forma incrível – com aquela capacidade de aumentar ou sintetizar o texto sem perder a qualidade -, fica craque em revisão, sabe o que usar e quando usar, enfim, amplia demais as habilidades que muitas outras profissões necessitam.

 

A formação de um profissional de Letras garante que ele trabalhe em diversas áreas, e eu admiro quem consegue ir além das expectativas, podendo ser:

Redator, Editor, Tradutor, Revisor, Secretária Bilíngue (ou até mais línguas), Professor, Crítico textual, Escritor, Pesquisador, Blogueiro, e por aí vai, e trabalhar em diversas áreas que exijam um bom texto, um bom profissional da língua e um crítico perspicaz.

 

Poderia colocar diversos links de vagas diferentes que acho para quem cursa ou é formado em Letras, mas de fato só quero passar a mensagem que ninguém precisa se limitar ao que o curso aparenta aos olhos do povo, quem sabe inovar, cresce.

 

Ainda não tenho um caminho certo, só sei que pretendo seguir caminho editorial ( o quarto ano da faculdade fez meu foco profissional mudar) e sei que grande parte desse caminho será digitalizado daqui a alguns anos, e eu tenho visão.

 

E você? Que curso faz? Sabe explorar as qualificações que adquire nessa graduação? Compartilhe!

 

See you guys, Hasta luego muchachos, Até mais!

Carnaval… em fuga!

Ok gente, deu para notar que não sou muito fã dessa época do ano da qual milhares de brasileiros anseiam o ano todo, mas antes de iniciar o post, vamos a um momento de nostalgia e justificar essa não-preferência nacional que eu tenho:

Desde pequena tanto meu pai quanto minha mãe ouviam o bom e velho rock, cresci ouvindo Rolling Stones, Led Zeppelin, Beatles, Alice Cooper e muitos outros artistas da época deles, nunca vi nada de samba reinar sobre aquele toca discos. Na época de carnaval, a gente ia passear, ou meu pai alugava filmes, e só viam por curiosidade o resultado dos desfiles.
Ao entrar na escola que finalmente comecei a conviver com os amiguinhos que gostavam, e juro que tentei ver se tinha jeito pra coisa, mas o meu samba parece mais um “matar baratas” do que aquela coisa que dizem que todos brasileiros possuem, a ginga. Meu gene dominante deve ter sido o de japonês, que mal sabe rebolar ^^

Conforme fui crescendo fui me virando nos 30 para driblar essa época que gruda em todos os lugares que você possa imaginar, no rádio, na Tv, na internet, nas ruas, na casa da vizinha, na praia… enfim.

Começando então o post =D

Se você é uma pessoa que samba que nem mata barata, ou limpa o pé (como se tivesse pisado em caquinha de cachorro) então é aqui que você poderá ver dicas para fugir do carnaval.

Existem atividades legais e saudáveis para se fazer nos finais de semana e feriados, como o Arborismo (disponível em alguns Sescs espalhados pelo Brasil), passeios pelo centro da cidade de São Paulo (incluindo guia), visitas a museus e teatros, assim como assistir a um bom filme nos cinemas, e se formos contar essas atividades, preenchemos os 4 dias e meio de carnaval ;-)

Outro opção, mas daí vai um pouco de grana a mais, é optar por fugir das cidades grandes em direção oposta ao litoral, que no meu caso destina-se a uma cidadezinha chamada Santo Antonio do Pinhal a uns 20 minutinhos de Campos do Jordão. O bom dessas cidades do interior, é a variedade de passeios gratuitos e diferentes que você pode fazer para relaxar e aproveitar seu tempo livre.

Dentre os passeios mais legais estão: fazer trilhas, andar de teleférico, andar de trem por entre as cidades (tipo um bondinho), pescar, e visitar fábricas de chocolate e de cerveja.

A maioria das cidadezinhas do interior possui sites legais com todos os passeios que as cidade pode te proporcionar, sem contar que as pousadas têm uma diária até que em conta por ser época de baixa temporada (embora haja aquele pequeno aumento por ser um feriado prolongado).

Agora, só não vale você ficar sentado na sua casa resmungando que só vê carnaval na sua Tv, bora saltar da cadeira do pc e planejar as atividades do seu carnaval =)

E para aqueles que curtem o carnaval, mas que gostaram das ideias dadas aqui, coloquem em prática na páscoa, quem sabe né?

Até mais!

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